Drogo Bramble

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Drogo Bramble, o ladino

Quando eu era criança minha familia vivia em um vilarejo bastante tranquilo, Londorg.
Viviamos da pesca, da colheita, da pecuária e da caça local. Pelo menos uma vez por semana alguém festejava, mesmo que sem motivo.

Com o passar do tempo, o numero de viajantes a passarem pela vila foi aumentando. A vila gradativamente se tornou mercantil. Em minha juventude ouvi muitas histórias sobre aventureiros famosos, grandes e incriveis viagens, e riquezas e tesouros magicos, e abundantes.

Nunca me satisfiz com a vida na vila, pescar, caçar e colher. Ou mesmo vender aos estrangeiros e ouvir suas histórias, não me era o bastante. Eu queria viver as histórias que ouvi.

Deixei a minha familia uma carta informando minha partida e os meus motivos. Minha familia não me confiava as chaves de casa, mas a porta não fora um grande desafio.

Caminhei por algum tempo com um grupo de viajantes. E por um tempo maior sozinho. Arrependimento por ter partido nunca senti, mas eventualmente senti e sinto uma certa nostalgia ao olhar para o passado.

Esta caminhada fez de mim o que sou, minhas habilidades, que até hoje aperfeiçou, fui sofisticando e conhecendo até fazer disto minha profissão, ladino.

Conheci muitas pessoas interessantes, de boa e má fama, embarcando em algumas aventuras e desafios acompanhado destas. As vezes ao fim de algumas empreitadas trapaças ocorriam, o que me fizeram amadurecer meu carater, de ladrão.

Certo dia me encontrava na cidade Pontafel, quando uma companhia circense fazia uma apresentação, muito acolhedores eram as pessoas do circo. E por caminhar sem destino me interessei em acompanhá-los, por um tempo, ao passo que no circo comecei a participar dos eventos, como acrobata.

Foi lá que conheci meus companheiros de jornada, os quais seguiram comigo após o incêndio do circo.

Drogo Bramble

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